Porque se faz necessário ter essas garantias
Logo no início dessa modalidade de empréstimos, se percebia que todos os indivíduos optavam por resolver suas pendências na base da palavra; naquele tempo a vida social era regida por senhores de terras e autarquias; o que dava mais confiança nas operações. Foi com o passar do tempo e também com a socialização de várias classes que medidas protetivas passaram a fazer parte do cotidiano de cada cidadão. Essa garantia não só serviu de base para cálculo do empréstimo, mas também de medida protetiva contra calote por parte de péssimos clientes; Dizem que a socialização trouxe muitos avanços… mas também há quem diga que trouxeram a falta de percepção de todo um contexto social.
Falar de empréstimos é nos fazer pensar sobre o que vem a ser essa modalidade; pois por muito tempo se indaga o que podia ser; contudo, entendemos que o empréstimo é uma linha de crédito que visa desenvolver um trabalho formal; foi mediante o requerimento de garantias que se pôde traçar um valor base para possíveis empréstimos; essas garantias serviram para entender o padrão de vida do cliente bem como para calcular as receitas que poderiam ser negociadas; ou seja, a hipoteca só se dava em detrimento do não pagamento da dívida; onde o credor poderia dar fim a um bem do cliente… para assim quitar a dívida que outrora se tinha dificuldade. Esse procedimento foi muito importante; não somente para servir de base de cálculo, mas também como forma de quitação da dívida em eventual não pagamento.
Essa medida protetiva resolveu muitas situações… situações onde geralmente o cliente descumpria as regras; é possível dizer que o avanço social só aconteceu quando o credor passou a entender… Que algumas classes simplesmente requerem medidas mais difíceis; nem todos sabem trabalhar, pensando assim… Porque não traçar maneira de escape em eventual descumprimento. Quando pensamos no sistema regente… verificamos que existe muita margem para erro, as pessoas vivem da sua constante troca de favores e se pensarmos bem; isso não pode ser encarado como garantias futuras, hoje um indivíduo pode precisar de um determinado serviço; porém amanhã, quem sabe? e aí… vai ficar a mercê da incerteza… é por isso que o avanço só passou acontecer quando o credor soube administrar cada situação.
Com isso fica fácil entender porque é aconselhável usar o padrão de vida como base de cálculo e garantias futuras; pois não tem o porquê de o agente ficar criando tese, para justificar condutas… que bem sabemos são de oscilações. Assim entendemos que essas práticas serão obedecidas; ou seja, não iremos presenciar descumprimento de regra por questão de segurança, e mesmo que o descumprimento aconteça o credor está sem porcento assegurado; de que seu contrato terá validade.
